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	<title>Uoréver</title>
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		<title>Uoréver</title>
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		<title>Retórica deficiente, ou como o argumento independe do saber</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 00:31:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaell  Reboredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
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		<description><![CDATA[
Qual é a diferença entre os objetivos de uma instituição de ensino básico, médio ou superior? Tive recentemente uma discussão com meus pais &#8211; que eu considerarei aqui como sendo &#8220;calorosa&#8221; &#8211; à respeito do assunto. Eu defendi a idéia de que ambas as instituições de ensino devam possuir o mesmo objetivo: A simples missão [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uorever.wordpress.com&blog=4659926&post=574&subd=uorever&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-575" title="socrates" src="http://uorever.files.wordpress.com/2009/11/socrates.jpg?w=450&#038;h=292" alt="socrates" width="450" height="292" /></p>
<p style="text-align:justify;">Qual é a diferença entre os objetivos de uma instituição de ensino básico, médio ou superior? Tive recentemente uma discussão com meus pais &#8211; que eu considerarei aqui como sendo &#8220;calorosa&#8221; &#8211; à respeito do assunto. Eu defendi a idéia de que ambas as instituições de ensino devam possuir o mesmo objetivo: A simples missão de passar conhecimento. Meus amados pais demonstraram tremenda repulsa ante à idéia. Seria eu um completo estúpido? Estaria sendo por demais ingênuo? Utópico, talvez? É evidente que se faz necessário considerar a crescente responsabilidade agregada à vida humana, e que tal responsabilidade faz com que os objetivos da relação ensino-aprendizado fiquem, a meu ver, distorcidos. Foi me apresentado o argumento de que o objetivo de uma faculdade é a de formar um profissional, ao contrário de uma simples escola. Deixe-me esclarecer o começo de tudo:</p>
<p>Discutíamos o antigo hábito das escolas de proibirem seus alunos, por assim dizer, à obterem nota inferior a 50% nas provas finais do segundo semestre, ou seja, mesmo se o aluno já tivesse nota suficiente para &#8220;passar de ano&#8221;, ele ficaria reprovado. Como desconhecia tal regra, perguntei se algo parecido poderia ser constatado em uma instituição de ensino superior, dada a época. Foi-me explicado que tal regra seria impossível de se aplicar, já que os objetivos, o ambiente e o tempo de desenvolvimento de conteúdo eram completamente diferentes; mas principalmente: O método de avaliação, de professor para professor, variava, logo, era absurdo supor tal coisa. Não obstante, me opus a premissa, argumentando que era natural haver uma regra institucional abrangente de tal forma a padronizar o método de avaliação, e que desta forma, era plausível supor a existência de tal norma, assim como outrora acontecia nas escolas. Como exemplo, posso colocar a presença obrigatória mínima em sala, como sendo uma dessas regras gerais. Pelo argumento anterior, isso não deveria existir, já que cada professor &#8220;faz seu programa e avalia de sua maneira&#8221;. Não expus tal exemplo, fui contrariado antes, e a idéia de que faculdade e escola &#8220;são coisas diferentes&#8221; persistiu, até que declarei que não eram &#8220;coisas diferentes&#8221;. Ambas devem transmitir conhecimento e formar um cidadão. Foi então que meu pai levantou da mesa, um tanto impaciente com minha visível ignorância, ou ingenuidade, ou utopia&#8230;</p>
<p>A verdade é que eu não consigo conceber a razão da distância entre tais objetivos. Conhecimento é conhecimento. Responsabilidade é responsabilidade. Neste caso sim, são coisas diferentes. Em ambas as instituições, o ensino é puramente de conteúdo, porém, a maturidade atingida em cada uma destas etapas fará com que cada um desenvolva a consciência de como utilizar estas novas habilidades no futuro. Sejam habilidades que lhe permitirão a contagem correta do troco do pão, ou habilidades responsáveis pela análise de esforços internos de uma estrutura mecânica complexa e a conseqüente previsão de uma possível falha estrutural. O conhecimento nos é passado em ambos os casos, como deveremos utilizar-los, porém, não o é. NADA difere uma faculdade de uma escola além de que quem a freqüenta. Foi então que reparei que minha suposição realmente não tinha sentido de existir, já que se em uma instituição de ensino superior, o aluno deea ter tamanha responsabilidade para saber que tal conteúdo é ou não relevante para seu futuro, que a tal regra faz-se desnecessária. Na escola de fato não temos esta noção de responsabilidade, logo, é necessário que o sistema nos estipule limites, nos &#8220;aponte o caminho&#8221;. No 3º grau, suponha-se que nós já temos o mapa, e que nós saibamos o caminho, daí o fato de tal regra não se aplicar.</p>
<p>O problema é que mesmo eu sendo um completo estúpido e estando equivocado desde o início, a retórica de meus interlocutores foi ineficiente em apontar meu erro; e se baseou em argumentos ilógicos, inconcebíveis até mesmo para minha deficiente mente ignóbil, fazendo com que eu tivesse de desenvolver este intricado método auto-avaliativo. O que me fez constatar que: seus pais podem até não saber explicar como sabem, mas que eles sabem mais que você, isso sabem. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/uorever.wordpress.com/574/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/uorever.wordpress.com/574/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/uorever.wordpress.com/574/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/uorever.wordpress.com/574/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/uorever.wordpress.com/574/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/uorever.wordpress.com/574/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/uorever.wordpress.com/574/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/uorever.wordpress.com/574/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/uorever.wordpress.com/574/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/uorever.wordpress.com/574/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uorever.wordpress.com&blog=4659926&post=574&subd=uorever&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Tales Of A Fallen Down Soldier #2</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 23:32:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaell  Reboredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Tales Of A Fallen Down Soldier]]></category>

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		<description><![CDATA[
22 de maio de 2012
O grupamento Bravo do pelotão B-33 do Exército americano desembarcou em Kansong nove meses atrás. Eu cheguei junto aos exércitos da Coréia do Sul e Japão. Devido as dificuldades de logística, os comandos superiores destes países preferiram ganhar espaço em território inimigo, realizando pequenas missões ao mover os grupamentos com perícia [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uorever.wordpress.com&blog=4659926&post=565&subd=uorever&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="aligncenter size-full wp-image-566" title="war2" src="http://uorever.files.wordpress.com/2009/10/war2.jpg?w=450&#038;h=300" alt="war2" width="450" height="300" /></p>
<div style="text-align:justify;"><strong>22 de maio de 2012</strong></div>
<p style="text-align:justify;">O grupamento Bravo do pelotão B-33 do Exército americano desembarcou em Kansong nove meses atrás. Eu cheguei junto aos exércitos da Coréia do Sul e Japão. Devido as dificuldades de logística, os comandos superiores destes países preferiram ganhar espaço em território inimigo, realizando pequenas missões ao mover os grupamentos com perícia sobre o manto verde desconhecido. O mundo estava à favor da invasão e novas alianças de guerra se formavam ao redor do globo. O eixo terrorista se revelava no que prometia ser o maior evento de guerra global que a humanidade já presenciou. Quando o maior pacifista declarado vai à lona, o que acontece às ONGs que defendem a porra dos direitos humanos? Cadê os protestos contra as guerras? Esses são os primeiros a correr, porque quando o leito deles é ameaçado com uma devastação nuclear sem precedentes, a guerra à esta altura parece bem conveniente. Sempre tive uma puta raiva deste tipo de hipocrisia. Alguns dos meus companheiros acham que eu sempre fui assim, fodido. Muitos apostam que meu pai era um merda que bebia toda noite, fumava um cigarro e sentava a porrada na minha mãe. Não, isso nunca aconteceu. É que quando você sai da comodidade e enfrenta um EVA em Berserker, Jack Bauer acaba parecendo uma moçinha indefesa. Isso transforma qualquer um, quem sabe não foi isso que me manteve vivo durante todos esses meses?</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/uorever.wordpress.com/565/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/uorever.wordpress.com/565/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/uorever.wordpress.com/565/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/uorever.wordpress.com/565/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/uorever.wordpress.com/565/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/uorever.wordpress.com/565/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/uorever.wordpress.com/565/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/uorever.wordpress.com/565/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/uorever.wordpress.com/565/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/uorever.wordpress.com/565/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uorever.wordpress.com&blog=4659926&post=565&subd=uorever&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Checklist: Os últimos três.</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 14:54:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaell  Reboredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Checklist]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Adi Granov]]></category>
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		<category><![CDATA[Demolidor: Diabo da Guarda]]></category>
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		<category><![CDATA[O Ivencível Homem de Ferro: Extremis]]></category>
		<category><![CDATA[Ron Garney]]></category>
		<category><![CDATA[Warren Ellis]]></category>

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		<description><![CDATA[O que diabos eu tenho feito nestas últimas duas décadas de hiato? Nem ao menos um murmúrio solitário em meio a este vazio de posts que insistem em se perpetuar por este blog, né? &#8211; (rhetorical question detected!). Se o Slowpoke aí do lado já não tivesse me justificado, confesso que ficaria tentando me justificar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uorever.wordpress.com&blog=4659926&post=551&subd=uorever&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O que diabos eu tenho feito nestas últimas duas décadas de hiato? Nem ao menos um murmúrio solitário em meio a este vazio de posts que insistem em se perpetuar por este blog, né? &#8211; (rhetorical question detected!). Se o Slowpoke aí do lado já não tivesse me justificado, confesso que ficaria tentando me justificar aqui. Felizmente não é por tal motivo que venho quebrar meu jejum de posts. Há muito tempo que não falo sobre quadrinhos, e é exatamente sobre isso que os próximos parágrafos se focarão.</p>
<p>Adiquiri nas últimas semanas alguns encadernados da Panini. Dois deles excepcionais, tanto em roterio quanto em arte. O outro não empolga tanto, mas acredito que devo tecer alguns comentários menos elogiosos, mas ainda assim importantes.</p>
<p><strong>Demolidor: Diabo da Guarda</strong></p>
<p>Sem dúvida a obra prima do diretor do fodástico <em>Clerks</em> (<em>O Balconista</em>), <strong><img class="alignleft size-full wp-image-552" title="demolidor_diabodaguarda_cover" src="http://uorever.files.wordpress.com/2009/10/demolidor_diabodaguarda_cover.jpg?w=200&#038;h=306" alt="demolidor_diabodaguarda_cover" width="200" height="306" />Kevin Smith</strong>, para o mundo dos quadrinhos. Com um texto excepcional, Smith consegue aproveitar um dos mais desrespeitados vilões do universo do Homem Aranha, o Mysterio. Utiliza uma narrativa soberba, com inúmeras referências à misticismo, histórias bíblicas e elementos do universo do próprio Homem Aranha e Demolidor. Com a participação brilhante de Dr Estranho e Viúva Negra &#8211; que por sinal estará no próximo filme do Homem de Ferro. Umas das melhores histórias do Demolidor que já li, altamente recomendada para fãs e para os curiosos que querem adentrar ao mundo dos quadrinhos. A arte fica por conta do competente desenhista, e atual editor da Marvel, <strong>Joe Quesada</strong>, com cores de <strong>Jimmy Palmiotti</strong>.</p>
<blockquote><p><strong>SINOPSE</strong></p>
<p>Uma adolescente apavorada em fuga. Um bebê que, para alguns, é o salvador da humanidade. Uma ex-amante abalada por um terrível segredo. Um sócio acusado de um crime terrível. Uma cidade dominada por uma inescrutável ameaça. Eles precisam de um guardião. Alguém para protegê-los. Um homem de fé. Eles precisam do Demolidor. O roteirista e diretor Kevin Smith (O Balconista) une-se ao desenhista Joe Quesada para narrar uma das mais marcantes sagas do Homem Sem Medo na década de 1990, integralmente reunida, pela primeira vez, numa imperdível edição especial encadernada. Não perca!<br />
(Daredevil 1-8; Daredevil 1/2)<br />
Edição especial, formato americano, 212 páginas, papel LWC, R$ R$ 28,90, distribuição setorizada</p></blockquote>
<p><strong>Capitão América: Operação Renascimento</strong></p>
<p>Razoável. Essa palavra define esta história de <strong>Mark Waid</strong>. Em uma trama que envolve a ex-agente da SHIELD, Sharon Carter, uma das paixões de Steve<img class="alignright size-full wp-image-553" title="ca_operaçãorenascimento_cover" src="http://uorever.files.wordpress.com/2009/10/ca_operacaorenascimento_cover.jpg?w=200&#038;h=306" alt="ca_operaçãorenascimento_cover" width="200" height="306" /> Rogers; o maior rival do herói, o Caveira Vermelha; e até Adolf Hitler (sim, acredite!) entre outros. O mundo acredita que o Capitão está morto, mas sua vida é salva por um procedimento complexo de transfusão sanguínia. A equipe responsável? Sharon Carter (que aparentemente estava morta) e o Caveira Vermelha! A primeira parte é bem <em>boring</em>, mas do meio para o final fica um pouco mais interessante. Muitos clichês e roteiro fraco. A arte fica a encargo de <strong>Ron Garney</strong>, e devo admitir que é muito boa. Na época, Garney era visto como o &#8220;cara que nasceu para desenhar Capitão América&#8221;. Devo admitir que ele fez um bom trabalho.</p>
<blockquote><p><strong>SINOPSE</strong></p>
<p>Mais uma vez, o mundo acredita que o Capitão América está morto, mas sua vida foi salva por alguém que ele julgava perdida para sempre: a agente da SHIELD Sharon Carter, que Steve Rogers viu perecer nas chamas muito tempo atrás! Mas o outrora verdadeiro amor do herói o resgatou apenas para ajudar seu mais mortal inimigo, o Caveira Vermelha, que não pode conquistar o mundo até que ele e o Capitão impeçam Adolf Hitler e o Cubo Cósmico de fazer isso primeiro! Trabalhar com um terrível mal para deter outro custará ao Sentinela da Liberdade seu posto de principal protetor estadunidense?<br />
(Captain America 444 a 448, 450 a 454)<br />
Edição especial encadernada, formato americano, 268 páginas, papel Pisa-brite, R$ 29,90, distribuição setorizada</p></blockquote>
<p><strong>O Invencível Homem de Ferro: Extremis</strong></p>
<p>Se uma palavra definia o quadrinho anterior, para este aqui eu só preciso de <img class="alignleft size-full wp-image-555" title="extremis_cover" src="http://uorever.files.wordpress.com/2009/10/extremis_cover.jpg?w=200&#038;h=306" alt="extremis_cover" width="200" height="306" />duas: <strong>Warren Ellis</strong>. Fantástico. A saga pós <em>Vingadores: A Queda</em>, é feita com uma competência admirável. Em um roteiro que mescla biotecnologia, a personalidade controversa de Tony Stark e elementos que fazem referência ao surgimento do Homem de Ferro. Extremis é um experimento capaz de elevar as capacidades fisicas do ser humano, algo como o soro do supersoldado &#8211; só que mais bizarro. Em um dado momento, um homem com poderes sobre-humanos aparece e o Homem de Ferro tenta detê-lo, mas é derrotado facilmente. Tony então tem de rever suas estratégias e solucionar quem é este ser e o que este experimento Extremis significa. É nesta saga que Tony Stark ganha as capacidades que o define nas histórias atuais, como se conectar à satélites e invadir sistemas remotos, sem precisar munir-se de sua armadura. Com a arte brilhante de <strong>Adi Granov</strong>, que é deveras perturbadora em determinados momentos, Extremis entra para o <em>hall</em> das melhores histórias já feitas sobre o personagem.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-556" title="ironmanvivalasvegas02nt5" src="http://uorever.files.wordpress.com/2009/10/ironmanvivalasvegas02nt5.jpg?w=450&#038;h=681" alt="ironmanvivalasvegas02nt5" width="450" height="681" /></p>
<blockquote><p><strong>SINOPSE</strong></p>
<p>O renomado roteirista Warren Ellis une forças com o aclamado ilustrador Adi Granov para redefinir o mundo do vingador blindado para o século 21 — um cenário de aterrorizantes tecnologias que ameaçam sobrepujar a frágil espécie humana! O que é o Extremis, quem o liberou e o que seu surgimento pressagia para o mundo? Descubra nesta espetacular edição especial encadernada, que reúne as seis primeiras histórias do Vingador Dourado em sua fase pós-Vingadores: A Queda!<br />
(Iron Man 1-6)<br />
Edição especial, formato americano, 156 páginas, papel LWC, R$ 22,90, distribuição setorizada</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<p>Li ainda o encadernado <strong>Lanterna Verde: Crepúsculo Esmeralda e Novo Amanhecer</strong> e as mensais <strong>Trindade #1</strong> e <strong>#2</strong>, que não são tão boas. Mas sobre estes ei de comentar em uma outra oportunidade. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>PS: Também fiz uma resenha de &#8220;A Prô&#8221; de Garth Ennis para o Ambrosia. Clique <a href="http://migre.me/9ffD" target="_blank">aqui</a> para conferir!</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/uorever.wordpress.com/551/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/uorever.wordpress.com/551/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/uorever.wordpress.com/551/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/uorever.wordpress.com/551/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/uorever.wordpress.com/551/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/uorever.wordpress.com/551/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/uorever.wordpress.com/551/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/uorever.wordpress.com/551/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/uorever.wordpress.com/551/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/uorever.wordpress.com/551/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uorever.wordpress.com&blog=4659926&post=551&subd=uorever&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Change the World!</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 00:39:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaell  Reboredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Uoréver]]></category>
		<category><![CDATA[Change the World!]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[

Sob as águas frias das profundezas abissais repousa um coração de magma pulsante. Ele irradia a energia que move cada diminuto pedaço desconexo de terra, cada gotícula inerte da superfície do mar, cada passo manco de um homem perdido. O calor toca os elementos em discordância, os unindo em um campo vital que completa a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uorever.wordpress.com&blog=4659926&post=545&subd=uorever&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="aligncenter size-full wp-image-549" title="amanhecer_visto_do_espaco" src="http://uorever.files.wordpress.com/2009/09/amanhecer_visto_do_espaco.jpg?w=449&#038;h=317" alt="amanhecer_visto_do_espaco" width="449" height="317" /></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Sob as águas frias das profundezas abissais repousa um coração de magma pulsante. Ele irradia a energia que move cada diminuto pedaço desconexo de terra, cada gotícula inerte da superfície do mar, cada passo manco de um homem perdido. O calor toca os elementos em discordância, os unindo em um campo vital que completa a gélida imensidão negra do cosmo. A raiz que se nutre dos raios do astro distante, de feitio simplório e fragilidade notória, é tão forte quanto os sentimentos que brotam nas terras férteis do Pensar. Todos os elementos dançando em harmonia para por fim se completarem em um espetáculo de sintonia demente. O dissidente se apruma à iniciar um novo ciclo. Ele tenta sem sucesso, até se encontrar perdido na mesma imensidão que outrora o abrigara. Questiona-se e descobre que ele apenas faz parte de um ciclo; és apenas uma fração do solitário fio de energia que passeia entre os vastos espaços vazios, entre as outras inúmeras formas variantes. Descobre-se e consente em parar de tentar. Conforma-se e caminha sobre àquele mesmo coração que agora pulsa mais lentamente, envolto por uma gama de pensamentos que não o compreende. Os passos estalam sobre a superfície abandonada&#8230; e vem o silêncio. Nenhum passo perturba a quietude disforme agora. Enfim, nada é único ou coletivo. Simplesmente, é.</p>
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		<title>Vicodin!</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 23:03:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaell  Reboredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uoréver]]></category>
		<category><![CDATA[house]]></category>

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Às vezes é tudo o que eu mais preciso!
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="aligncenter size-full wp-image-540" title="Vicodin" src="http://uorever.files.wordpress.com/2009/09/vicodin.jpg?w=327&#038;h=480" alt="Vicodin" width="327" height="480" /></p>
<p>Às vezes é tudo o que eu mais preciso!</p>
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			<media:title type="html">Vicodin</media:title>
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		<title>Abismo, tempo, eterno.</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 18:11:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaell  Reboredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[
O tempo pára quando uma vida se vai. É quando nos vermos desamparados pela incompreensão racional. Agora pondero em me entregar às amarras cegas do mal dos homens. Ainda não. Nada mais gélido que a verdadeira brisa fria da realidade. Eu escolhi mirar os ventos fortes da solidão, hoje vago sem rumo buscando o bom [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uorever.wordpress.com&blog=4659926&post=537&subd=uorever&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="aligncenter size-full wp-image-538" title="Simba" src="http://uorever.files.wordpress.com/2009/08/simba.jpg?w=450&#038;h=350" alt="Simba" width="450" height="350" /></p>
<p style="text-align:justify;">O tempo pára quando uma vida se vai. É quando nos vermos desamparados pela incompreensão racional. Agora pondero em me entregar às amarras cegas do mal dos homens. Ainda não. Nada mais gélido que a verdadeira brisa fria da realidade. Eu escolhi mirar os ventos fortes da solidão, hoje vago sem rumo buscando o bom companheiro. A certeza de que ele nunca mais virá me assombra. Nada me motiva em continuar buscando, então eu paro. Estou à beira do abismo, ponderando se devo me jogar. Fecho os olhos e sinto o golpe forte da brisa impaciente. Minhas memórias congelam o tempo. Eu me viro e me afasto da liberdade. Racionalizo e descubro que ele nunca se foi, já que minha mente tem os dons de <em>Cronos</em>. Continuo à viver então, afinal, foi só uma brisa que soprara mais forte, não?</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/uorever.wordpress.com/537/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/uorever.wordpress.com/537/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/uorever.wordpress.com/537/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/uorever.wordpress.com/537/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/uorever.wordpress.com/537/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/uorever.wordpress.com/537/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/uorever.wordpress.com/537/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/uorever.wordpress.com/537/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/uorever.wordpress.com/537/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/uorever.wordpress.com/537/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uorever.wordpress.com&blog=4659926&post=537&subd=uorever&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Hangman, hangman, hold it a little while&#8230;</title>
		<link>http://uorever.wordpress.com/2009/08/11/gallows-pole/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 18:34:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaell  Reboredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Folk Music]]></category>
		<category><![CDATA[Gallows Pole]]></category>
		<category><![CDATA[Hard Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Leadbelly]]></category>
		<category><![CDATA[Led Zeppelin]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Plant]]></category>
		<category><![CDATA[The Gallis Pole]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#8220;Mas diga-me carrasco: Será que estou livre para cavalgar mais algumas milhas?&#8221;
A expressão acima enunciada pertence à uma das maiores canções de folk music já concebidas. Eu a escutei pela primeira vez na voz de Robert Plant, executada com maestria pela genial banda de hard rock, Led Zeppelin, para mim, a maior banda de rock [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uorever.wordpress.com&blog=4659926&post=520&subd=uorever&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-522" title="led1" src="http://uorever.files.wordpress.com/2009/08/led1.jpg?w=450&#038;h=330" alt="led1" width="450" height="330" /></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Mas diga-me carrasco: Será que estou livre para cavalgar mais algumas milhas?&#8221;</em></p>
<p>A expressão acima enunciada pertence à uma das maiores canções de <em>folk music</em> já concebidas. Eu a escutei pela primeira vez na voz de <strong>Robert Plant</strong>, executada com maestria pela genial banda de <em>hard rock</em>, <strong>Led Zeppelin</strong>, para mim, a maior banda de rock que já existiu.</p>
<p style="text-align:justify;">A letra por si só conta uma história que poderia muito bem ser roteiro de um dos mais saudosos <em>western</em> estrelados por <strong>Clint Eastwood</strong>, que hoje jazem em nossas lembranças. A aflição de um homem prestes à ser enforcado que tenta subornar o carrasco. Ao desespero, ele oferece ouro, prata e a inocência de sua própria irmã, envão.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://uorever.wordpress.com/2009/08/11/gallows-pole/"><img src="http://img.youtube.com/vi/4xJ9f3HjmwY/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:justify;">A melodia, como qualquer canção do Led, é explêndida. Nos evoca um sentimento único de liberdade plena, a liberdade controversa que tanto a letra cisma em nos contar. Robert Plant possui um dom único para interpretar canções de <em>folk music</em>. Seu estilo é totalmente baseado nisso e, atualmente, é quem o faz melhor. Talvez a magia do Led esteja fundamentada nisso, e complementada pela genialidade de <strong>Paige</strong> nos solos magníficos de guitarra, ou vice versa, quem saberia dizer? No entanto, essa canção em especial não os exibe. É um &#8220;conto cantado&#8221;, digno das maiores obras dos bardos de outrora.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-521" title="Leadbelly" src="http://uorever.files.wordpress.com/2009/08/leadbelly.jpg?w=300&#038;h=389" alt="Leadbelly" width="300" height="389" /></p>
<p style="text-align:justify;">A beleza e a complexidade da canção não são feitos exclusivos da banda inglesa. Uma versão mais antiga data de antes da formação do Led Zeppelin, com outros detalhes e enfoques. A criação é do americano <strong>Huddie Ledbetter</strong>, mais conhecido como <a href="http://www.lastfm.com.br/music/Leadbelly" target="_blank"><strong>Leadbelly</strong></a>, o magnífico cantor de blues e considerando por muitos o maior artista do estilo. Também considerado um<img class="alignright size-full wp-image-528" title="LZ3" src="http://uorever.files.wordpress.com/2009/08/lz33.jpg?w=129&#038;h=132" alt="LZ3" width="129" height="132" /> dos primeiros músicos do <em>folk music</em> tradicional. Eis a resposta do porque da canção do Zeppelin ser tão explêndida! Robert Plant revelou em um show que a escutou pela primeira vez nos anos 60, o que nos leva à concluir que a banda trabalhou em sua versão ainda nesta década, já que ela foi lançada pela primeira vez no terceiro álbum da banda, de 1970. Ambas as versões têm seus méritos. A do Zeppelin aparenta ser mais trabalhada, tanto em melodia, como em letra. Mas a original, entitulada <a href="http://en.wikisource.org/wiki/Gallows_Pole" target="_blank">&#8220;The Gallis Pole&#8221;</a> mantém muito a identidade <em>folk</em>, se aproximando mais de um &#8220;conto cantado&#8221; propriamente dito.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://uorever.wordpress.com/2009/08/11/gallows-pole/"><img src="http://img.youtube.com/vi/MmTNgJxlrCY/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:justify;">Apesar de gostar mais da versão do Led, me surpreendi muito em agradar da original. Parecia que estava vendo um <em>concept art</em> da música cantada por Plant. Sem dúvida uma das melhores canções que já ouvi e continuarei ouvindo, para todo o sempre. =)</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/uorever.wordpress.com/520/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/uorever.wordpress.com/520/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/uorever.wordpress.com/520/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/uorever.wordpress.com/520/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/uorever.wordpress.com/520/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/uorever.wordpress.com/520/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/uorever.wordpress.com/520/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/uorever.wordpress.com/520/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/uorever.wordpress.com/520/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/uorever.wordpress.com/520/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uorever.wordpress.com&blog=4659926&post=520&subd=uorever&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">led1</media:title>
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			<media:title type="html">Leadbelly</media:title>
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			<media:title type="html">LZ3</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Tales Of A Fallen Down Soldier #1</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 19:48:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaell  Reboredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Tales Of A Fallen Down Soldier]]></category>

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		<description><![CDATA[
15 de abril de 2012
E ainda existem alguns filhinhos de papai que dizem querer estar aqui. Eu queria ver aquele monte de bundas brancas correndo em meio a um campo minado, debaixo desta chuva infernal, carregando uma mochila de 15Kg e um fuzil ao mesmo tempo em que se tenta desviar das explosões contínuas. É [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uorever.wordpress.com&blog=4659926&post=515&subd=uorever&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="aligncenter size-full wp-image-516" title="war3" src="http://uorever.files.wordpress.com/2009/08/war3.jpg?w=450&#038;h=609" alt="war3" width="450" height="609" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>15 de abril de 2012</strong></p>
<p style="text-align:justify;">E ainda existem alguns filhinhos de papai que dizem querer estar aqui. Eu queria ver aquele monte de bundas brancas correndo em meio a um campo minado, debaixo desta chuva infernal, carregando uma mochila de 15Kg e um fuzil ao mesmo tempo em que se tenta desviar das explosões contínuas. É maneiro em “Call of Duty”, na vida real é bem diferente. Eu lembro bem quando esta merda começou. Estava lendo “Deuses Americanos” acompanhado de uma generosa caneca de café, quando entra o comunicado oficial do vice-presidente na TV. Nunca vou me esquecer deste dia. Algumas semanas depois eu estava me alistando na porra do exército. Agora você se pergunta, por quê? Porque <em>eu</em> era um daqueles filhinhos de papai…</p>
<p style="text-align:justify;">Falando em Deuses Americanos, a piada que de vez em quando eu ouço por aqui é que o ‘dono do inferno subiu aos céus com uma pica gigante e estuprou o tal Deus Americano’. Merda de piada sem graça. Eu já vi muitos chegarem aqui donos de si, parecendo Bruce Waine e saindo mais fodidos que Peter Parker. É uma porra de ironia sem fim. Se você é um daqueles que renega Deus e assume sua não-crença com fervor e orgulho, recomendo entrar numa guerra para re-avaliar sua filosofia de vida. Aqui, vai acontecer das duas, uma: Ou você submerge de uma geleca rosa fudida, sentindo latejar pelos cabos que te estupraram durante toda a vida sem você nem ao menos saber, ou tomarás a pílula azul sem nem pensar nos possíveis caminhos que a toca do coelho poderia te levar.</p>
<p style="text-align:justify;">É foda porque enquanto estamos aqui, nos fodendo em incursões pela mata fechada na porra de uma noite chuvosa, a CNN vende a guerra como um “conflito moderno de antecipação”. Uma grande partida de xadrez. Que babaquice, todas as guerras o são! Só não sabemos quem será o Deep Blue desta vez. Acostumamos tanto com a “eterna” superioridade americana, que às vezes esquecemos-nos de checar se isso é “Um dia a mais” ou “Um novo dia”, apesar de sabermos que ambos são uma merda.</p>
<p style="text-align:justify;">Estamos em sete agora, já que o Sgt Barks morreu ontem à noite. Eu, como primeiro Tenente, estou liderando este grupamento. Paramos para descansar, uns já pegaram no sono. Não sei como esses filhos da puta conseguem dormir no inferno. Você conseguiria? Confesso que depois de um tempo, nós acostumamos. O sangue parece água, a lama parece grama, a chuva parece banho quente, as explosões, sinfonias. E o barulho do Blackhawk, a salvação. Quem diria que a salvação realmente viria dos céus.</p>
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		<title>Rapidinha de sexta.</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 21:44:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaell  Reboredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matemática]]></category>
		<category><![CDATA[Uoréver]]></category>
		<category><![CDATA[cálculo]]></category>
		<category><![CDATA[exponencial]]></category>
		<category><![CDATA[piada]]></category>

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		<description><![CDATA[
Era uma festa e todas as funções estavam se divertindo pacas. Todas, exceto a mais chata delas:  o e^x. Ele mantinha-se isolado em seu canto. Eis que as demais funções, vendo seu descontentamento, viram para o e^x e perguntam:
- Por que você não se integra? &#8211; E ele responde:
- Ah, dá na mesma&#8230;
*****
Que venha as [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uorever.wordpress.com&blog=4659926&post=505&subd=uorever&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-508" title="festa" src="http://uorever.files.wordpress.com/2009/06/party_cartoon.jpg?w=350&#038;h=236" alt="festa" width="350" height="236" /></p>
<p style="text-align:justify;">Era uma festa e todas as funções estavam se divertindo pacas. Todas, exceto a mais chata delas:  o e^x. Ele mantinha-se isolado em seu canto. Eis que as demais funções, vendo seu descontentamento, viram para o e^x e perguntam:</p>
<p style="text-align:justify;">- Por que você não se integra? &#8211; E ele responde:</p>
<p style="text-align:justify;">- Ah, dá na mesma&#8230;</p>
<p style="text-align:center;">*****</p>
<p style="text-align:left;">Que venha as férias! \o/</p>
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		<title>A obra prima de Asimov</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 20:01:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaell  Reboredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Isaac Asimov]]></category>
		<category><![CDATA[O Fim da Eternidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Li &#8220;O Fim da Eternidade&#8221; em menos de uma semana. Reli boa parte dele no tempo que completou este ciclo de sete dias, e publiquei hoje minha resenha oficial com spoilers contidos no Ambrosia, você pode conferir clicando aqui. Mas diante de tamanha obra prima da ficção-científica, percebi que tinha algo mais à falar. Portanto, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=uorever.wordpress.com&blog=4659926&post=495&subd=uorever&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="aligncenter size-full wp-image-497" title="capa_2" src="http://uorever.files.wordpress.com/2009/06/capa_2.png?w=400&#038;h=252" alt="capa_2" width="400" height="252" /></p>
<p style="text-align:justify;">Li &#8220;O Fim da Eternidade&#8221; em menos de uma semana. Reli boa parte dele no tempo que completou este ciclo de sete dias, e publiquei hoje minha resenha oficial com <em>spoilers</em> contidos no <strong>Ambrosia</strong>, você pode conferir clicando <a href="http://migre.me/2ey2" target="_blank">aqui</a>. Mas diante de tamanha obra prima da ficção-científica, percebi que tinha algo mais à falar. Portanto, o farei neste post. Mas aviso-te: Se você não leu &#8220;O Fim da Eternidade&#8221;, pare por aqui, porque os parágrafos seguintes contêm <span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>MUITOS SPOILERS</strong></span></span>.</p>
<p style="text-align:center;">*****</p>
<p>Começemos já na parte final, pois os fatos que pretendo comentar referem-se principalmente à última conversa de Harlan e Noys. A narração dos episódios que culminam na brilhante dedução de Harlan &#8211; sobre a verdadeira identidade de Cooper e o tempo nativo de Noys &#8211; acompanha toda a visão de Asimov, deveras mente aquém de seu próprio tempo. Muitos podem contrapor a frase anterior lembrando-se das tecnologias &#8220;avançadas&#8221; retratadas no livro, como os computadores utilizarem os finados cartões perfurados de outrora, por exemplo. Mas a maioria das idéias é por demais maduras e tal crítica faz-se desnecessária e totalmente incabível. Tanto as que dizem respeito sobre o comportamento humano, quanto sobre as que expõem o futuro incerto e fatídico da humanidade. O ser humano realmente tem a mania de assumir a responsabilidade, tentando estipular o que é melhor para todos, mas este conto nos mostra que na verdade, nada sabemos. Não temos certeza nem quando temos certeza que temos certeza.</p>
<p>Isso fica perfeitamente claro nos dois capítulos finais. Quando Noys se revela habitante dos Séculos Ocultos, vemos o quão a Eternidade &#8211; que até então aparentava ser uma entidade à prova de falhas, quase como a perfeição e a plenitude da evolução humana &#8211; é fraca e sem lógica. A prática de sacrificar algo aparentemente sem propósito, como as pesquisas em viagens espaciais, fez com que a humanidade terminasse. Isto expressa uma bela metáfora da vida: É comum acharmos que estamos protegendo alguém ou que sabemos o que é melhor para nós ou para nossos semelhantes, mas nós <strong>não sabemos</strong>. E nunca eis de sabermos. No conto, Harlan só soube que sua &#8220;casa&#8221; errara, porque a própria poesia da história (as viagens no tempo) permitiu que este o fizesse. Noys revela que na sede de se auto-proteger, de se auto-preservar, a humanidade destruiu suas mais importantes descobertas, as que possibilitariam sua prosperidade no futuro longínquo. A humanidade havia se acomodado, vivendo em sua casca perfeita de entrelaços de distorções do <em>continum</em>. Desta forma as colônias espaciais foram adiadas em muitos séculos, e outras raças se desenvolveram à ponto de explorar nossa Galáxia e habitar nosso planeta, nos eliminando e extraindo nossos recursos. É interessante observar que Asimov expõe outro paralelo às descobertas científicas: Noys diz que em vários séculos distintos a humanidade se interessava pelo espaço, um interesse sem lógica com os olhos dos Eternos.</p>
<p>Justamente por este motivo que a Eternidade sacrificava as evoluções de astronáutica em função de uma realidade mais &#8220;feliz&#8221; e estável. Agora, pensemos por um instante, quantas teorias e descobertas de pensadores (isto no mundo real) incompreendidos em sua época são desacreditadas e que, 10 ou 20 anos depois se tornam uma ampliação de fronteiras da ciência? (vide a Teoria da Relatividade Geral de Einstein) Asimov, em sua crítica, coloca que as descobertas que aparentemente não fazem sentido de existirem, na verdade, têm um propósito para tal. A história toda converge para esta conclusão, apesar da idéia ser apresentada nas últimas 30 páginas.</p>
<p>A profundidade da narração nos faz delirar diante de tamanha visão e conceitos. É de fato um deleite tanto para os apreciadores da boa ficção-científica quanto para os entusiastas da filosofia e psicologia. Asimov conseguiu extrair a essência do comportamento humano e inseri-la à uma narrativa rica e que tinha tudo para ser por demais confusa, visto que o próprio tema permite tal comportamento. Mas como percebemos, a mesma constitui a fração intemporal da mente brilhante do maior escritor de ficção-científica que o universo um dia sonhou em conceber.</p>
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