Tá, mas qual é o melhor?

By Rafaell Reboredo

Em resposta à compra de 24 caças russos da Sukhoi por Hugo Chávez, o Brasil finalmente resolveu iniciar o plano de renovação de sua frota de caças. O plano já existe desde o mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, mas passou quase uma década adormecido. Entre os candidatos a compor a nova frota de combate aéreo do Brasil, a FAB selecionou três para uma etapa final de avaliação. Entre eles estão o americano F-18 Super Hornet, o francês Rafale e o sueco Gripen NG, este último ainda em fase de testes. Mas, qual deles é o melhor? E, algum deles faz frente ao nosso possível adversário venezuelano?

O F-18 Super Hornet

F18

O F-18 é produzido pela Boeing e começou a ser utilizado em 1999 substituindo o F-14 Tomcat. O Super Hornet é 20% maior em fuselagem de que seu antecessor (F/A-18C/D Hornet) possibilitando um maior carregamento de combustíveis e motores mais potentes (2GE 414). Pesa três toneladas vazio e sete carregado, é 41% superior em alcance e 50% mais persistente em combate. Esta notável capacidade de sobrevivência é o seu ponto forte em relação ao antigo Hornet. A US Navy resolveu não adotar um design totalmente stealth, apesar de incorporar muitas características desta tecnologia. Possui ainda a capacidade de guerra eletrônica avançada e uso de armas stand-off, ou seja, armas de longo alcance como o Tomahawk e os mísseis JASSM, que anulam a necessidade do uso de uma tecnologia 100% stealth.

Míssil Tomahawk

Míssil Tomahawk

Utiliza o radar APG-79, responsável pelo upgrade de 41% no alcance (agora de 180 km), células AESA fixas ao invés de varrimento mecânico do antigo Hornet, um processador COTS e novos sistemas de alimentação de energia. Possui ainda módulos SAR em tempo real que possibilita a indicação de alvos para bombas teleguiadas por GPS, mais uma característica que dispensa o uso integral de tecnologia stealth.

Quem já comprou?

F18 (Cockpit)

F18 (Cockpit)

Em 2007 a Real Força Aérea Australiana comprou 24 Super Hornets para a substituição dos antigos F-111. Um dos empecilhos que possivelmente impossibilitariam à adoção deste caça pela Força Aérea Brasileira é o veto do Congresso Americano à transferência de tecnologia e de equipamentos sofisticados de ataque, apesar de que o vice-presidente da linha F18 da GSS da Boieng, Bob Gower, afirma que a transferência de tecnologia para FAB será total.

Custo: R$ 130 milhões

f18-armamentos

Ficha Técnica:

Comprimento: 18,38 m

Envergadura: 13,62 m

Altura: 4,88 m

Peso vazio: 13 274 kg

Peso máximo de decolagem: 29 940 kg

Velocidade máxima: 1,8 Mach

Alcance: 3700 km

Teto operacional: 15 240 m (50 000 pés)

Tipo de motor: 2 GE 414

Potência unitária: 97,86 kN (22 000 lbf)

O Rafale

rafale1

Sendo sucessor dos Mirrage (atual caça utilizado pela FAB), o Rafale é produzido pela francesa Dassault e é uma das mais poderosas aeronaves de combate de sua geração. Possui um radar de varredura sintética passiva Thales RBE-2 com um alcance de 130 km, um pouco menor de seu antecessor, o RDY do Mirrage 2000, no entanto, é capaz de varredura terrestre e aérea simultaneamente, uma vantagem sobre os radares anteriores que necessitam de uma mudança no módulo de “escaneamento” por parte do piloto. Além do radar, o Rafale é equipado com um sensor IRST OSF que detecta por meio de irradiação infravermelha qualquer aeronave inimiga em um raio de 70 km, dispensando o uso integral do radar e, por sua vez, dificultando seu monitoramento por parte do adversário.

Existe ainda a possibilidade da troca de dados via data link, permitindo ao piloto de uma aeronave saber o que seus companheiros estão vendo em seus respectivos monitores, tornando a tática de interceptação inimiga muito mais eficiente.

Rafale (Cockpit)

Rafale (Cockpit)

Em termos de armamentos o Rafale é usuário do míssil Mica que possui um alcance de 60 km e uma incrível capacidade de combate à curta distância graças ao empuxo vetorial que lhe garante alta agilidade e uma gama muito maior de manobras de curto alcance. Para missões ar-terra utiliza o Apache, capaz de atingir alvos em um raio de 140 km, com uma grande variedade de ogivas, dando maior mobilidade tática. Como armamento stand-off o Rafale possui o AASM com um alcance de 50 km. Um canhão Nexter M-791 é o armamento orgânico deste caça, sendo extremamente eficaz contra alvos terrestres. Sua cadência de tiro é de até 2500 disparos por minuto.

Possui dois motores Snecma M-88-2 de 3ª geração.

Quem já comprou?

Até agora nenhuma nação conseguiu importar o Rafale. Em casos como Coréia, Singapura e Marrocos, ele foi “derrotado” pelo Boeing F15 e F16.

Custo: R$ 180 milhões

rafale3

Ficha Técnica:

Velocidade de cruzeiro: mach 1
Velocidade máxima: mach 2
Razão de subida: 18000 m/min
Potencia: 1.15

Fator de carga: 9 Gs
Taxa de giro: 30º/s

Taxa de rolamento: 270º/s
Raio de ação/ alcance: 1850km/ 3335km
Alcance do Radar: 130km
Empuxo: 2 X M-88-2 com 7439 kgf de empuxo maximo cada
Comprimento: 15,30 m
Envergadura: 10,90 m
altura: 5,34 m
Peso vazio: 9060kg

Armamento:
Ar Ar: míssil Mica com alcance de 60km, Magic 2 com alcance 5 km, Missil MBDA Meteor com 100 km de alcance
Ar terra: Bombas guiadas a laser GBU 12 Paveway II, misseis AASM, mísseis apache, AS30. Missil Storm Shadow e SCAP-EG.
Interno: Um canhão Nexter M-791 de 30 mm

O Gripen NG

gripen2

Sendo uma variante do JAS 39, suas características são deveras semelhantes. O Gripen possui uma aeronáutica projetada para ter uma altura considerável e uma baixa taxa de arraste, concedendo à aeronave uma maior agilidade às manobras e a possibilidade de carregar uma maior quantidade de armamento. A combinação deste tipo de aeronáutica e sua asa delta conferem ao Gripen um desempenho singular em decolagem e aterrissagem.

Este caça utiliza o radar PS-05/A (pulse-doppler X-band radar), desenvolvido pela Ericsson e GEC-Marconi. Capaz de detectar, localizar, identificar e monitorar múltiplos alvos, estando eles em terra, mar ou ar, podendo lançar até quatro mísseis ar-ar (como o AIM-120, AMRAAM, entre outros) simultaneamente a quatro alvos distintos.

Gripen NG (Cockpit)

Gripen NG (Cockpit)

Uma característica interessante é a capacidade deste caça de pousar e decolar em vias públicas, tal manobra fazia parte da estratégia de defesa da Suécia. Isso porque durante a guerra fria, havia a iminência de uma invasão soviética. Esta estratégia defensiva, em princípio, deveria garantir a defesa absoluta do território sueco, porém, os estrategistas militares concluíram que seria provável que suas forças de defesa fossem superadas pelo ataque russo, sendo assim, a Suécia decidiu instalar várias bases militares por todo o país, a fim de manter-se operante durante tal guerra, mesmo se perdesse suas principais instalações militares. Uma das exigências da Força Aérea Sueca era que o Gripen fosse capaz de pousar e decolar em estradas públicas próximas a essas bases militares para uma rápida manutenção, caso fossem alvejados em combate.

Opera com um único motor do tipo GE 414, diferentemente de seus concorrentes.

Em termos de armamento o Gripen utiliza um canhão Mauser BK-27, 1 por 27 milímetros com cadência de 120 tiros por minuto, mísseis para combate ar-mar, um ECM para guerra eletrônica, que consiste em um dispositivo para “ludibriar” o radar inimigo e garantir manobras stealth, oito bombas Mark 82, quatro unidades do GBU-12 Paveway II, uma bomba americana teleguiada, entre outros armamentos encontrados em versões Gripen anteriores, como o JAS 39.

Quem já comprou?

Nenhum país adquiriu o Gripen NG ainda, já que ele ainda encontra-se em fases de testes.

Custo: RS 96,5 milhões (porém, os custos ainda podem subir)

Ficha Técnica:

Comprimento: 14,1 m

Altura: 4,5 m

Peso vazio: 5700 kg

Peso Carregado: 6500 kg

Peso máximo na decolagem: 16000 kg

Alcance: 4000 km

Velocidade Máxima: mach 2

***

Cada um dos concorrentes à FX-2 da FAB possui suas vantagens, obviamente. O F18 é o mais testado e foi muito usado no Afeganistão em 2001. Como possui um custo inferior ao Rafale, o governo brasileiro poderia adquirir mais unidades deste caça. Possui uma boa gama de armamentos e ainda é uma potência neste aspecto, já que é o de maior capacidade armamentista entre os três escolhidos pelo nosso país.

O Dassault Rafale é o melhor em termos de guerra eletrônica e uso de tecnologia stealth. Apesar de possuir o maior custo, muitos o consideram o melhor caça europeu. Uma vantagem na negociação com o Brasil é que a França já é parceira comercial neste ramo, e forneceu-nos helicópteros e submarinos nucleares, no entanto, a principal crítica que se faz enquanto a isso é que o Brasil estaria entregando todo o seu arsenal militar a um só país.

O Gripen NG é a grande incógnita. É o menor e com o poder de fogo mais inferior, em termos de carga. Ainda não é utilizado nem mesmo pela Suécia, por estar em fases de testes. A maioria de seu armamento é importada de países europeus e dos EUA, porém, é o que possui o menor custo entre os três candidatos. Com o valor que o Brasil está disposto a gastar (cerca de R$ 5,2 bilhões) daria para adquirir 53 unidades do Gripen, mas, obviamente, não é este o preço pago por um comprador. Devem-se levar em conta os armamentos, transporte e outros gastos adicionais que aumentariam o custo de uma unidade de qualquer modelo aeronáutico.

A Venezuela utiliza o russo Sukhoi Su 30, vejamos suas qualidades.

O Sukhoi Su 30

Su 30

O Sukhoi Su 30 (ou “Flanker C”) começou a ser utilizado pela Rússia em 1996. É um caça eclético, que pode desempenhar bem tanto missões ar-ar, quanto ar-terra.

O caça russo é capaz de realizar missões nas mais diversificadas condições meteorológicas. É tanto eficiente em bombardeios terrestres quanto em combates contra aeronaves inimigas. O Su 30 é devidamente equipado para todo tipo de situação de combate e cenários de guerra. Em situações ar-ar é capaz de obter a superioridade, defesa, escolta e patrulha aéreas e, ainda, está apto a realizar contra ataques eletrônicos (ECCM, em inglês).

Em azul, as canards.

Em azul, as canards.

Seu design fora projetado para aumentar a eficiência em elevação e manobralidade, concedidos pelas canards (duas asas menores à frente das principais), que são movidas automaticamente para garantir o sucesso de manobras que exigem um alto ângulo em trajetória durante o ataque a aeronaves inimigas.

Uma das grandes vantagens deste caça é o chamado impulso vetorial. Esta qualidade lhe garante uma vasta variedade de manobras evasivas em ar, sem contar a singular técnica de aterrissagem e decolagem. Possui dois motores Saturn AL-31 FP que produz um impulso de 25000 kgf garantindo velocidade de mach 2 em vôo horizontal.

Como radar pode utilizar um N001VE ou Phazotron N010 Zhuk ou um N011M BARES. Capaz de rastrear até quinze alvos aéreos e atacar até quatro deles simultaneamente.

Utiliza um GSH-30 com 150 tiros por minuto. Mísseis anti-radar (Kh-31P/Kh-31), guiados a laser (Kh-59ME) e vários modelos de bombas aéreas.

Utilizando o impulso vetorial em vôo.

Utilizando o impulso vetorial em vôo.

Quem já comprou?

Fora a Venezuela, China, Indonésia e Índia possuem modelos Sukhoi.

Custo: $ 65 milhões

Ficha Técnica:

Comprimento: 21935 m

Altura: 6,36 m

Peso vazio: 17700 kg

Peso Carregado: 24900 kg

Peso máximo na decolagem: 34500 kg

Velocidade Máxima: mach 2

***

É claro que todos estes modelos de aeronaves são superiores à atual frota da FAB, esta na verdade, nem deve ser a principal discussão em assuntos deste tipo. Tópicos de caráter político como: se realmente faz-se a necessidade de um país pacífico como o Brasil, gastar tanto dinheiro com armamentos pode ser mais interessante talvez. No entanto, não vou me ater a estes questionamentos, a proposta deste post é apenas discutir as diferenças militares entre os modelos utilizados nesta região.

O Rafale talvez fosse o melhor modelo para se adquirir. Sua superioridade eletrônica é de singular importância e suas características bélicas e aerodinâmicas são bem parecidas com a de seus concorrentes. O russo Sukhoi Su 30, adquirido pela Venezuela supera estes modelos apenas nas manobras aéreas que o impulso vetorial é capaz de lhe proporcionar, certamente este é seu ponto forte. Em termos de armamento, sua capacidade de carga quase se iguala ao do francês.

Não importa qual modelo nós adquiramos, a importância do fortalecimento de nosso arsenal faz-se necessário, imediatamente. Só espero que tal plano não se estenda por mais um mandato presidencial.

Confira as manobras possíveis com o impulso vetorial:

Para mais infoamações:

- F18

- Rafale

- Gripen

- Sukhoi Su 30

- Radares Americanos

- Blog Campo de Batalha

- Poder Aéreo

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30 Respostas para “Tá, mas qual é o melhor?”

  1. Bruno Disse:

    eh pela informaçao acima o brasil desistiu de vez do caça russo su-35 q dentre todas as informaçoes citadas pode pusar em pista de terra sem nenhum problema e foi feito para um pais de extensoes territorias grandes como o brasil eh uma pena ele n ter passado

    - gripen foi desenvolvido para atuar proximo ao campo inimigo e armamento vc jah disse td depende de terceiros,tem uma autonomia pessima pra nosso pais.

    - o f-18 como vc disse sobre a passagem de tecnologia n vai acontecer o EUA nao vai armar um pais no seu proprio quintal alem de nao passar muitas armas do arsenal do super hornet

    nos resta o rafale q foi substituido de utima hora no lugar dos dassault mirage 2000-5 mk2 antes era o mirage q tava na concorrencia,eh um caça otimo ,mas mt caro fora o russo eh o melhor da lista.

    o programa fx n se estende a soh 24 aeronaves,esse programa promete passar do numero 100 com um tempo,fora arenonaves de carga,helicopteros pesados.

    na atual cituaçao o brasil tem aeronaves de mais de 30 anos em serviço, a maioria sem voar por falta de peças de reposiçao eh necessario essa aquisiçao de armamento pq nosso inimigo n eh somente outro pais q possam nos atacar,temos mts riquesas no mar e em terra pra vigiar,fora o trafico q entra por todos os lados no nosso pais vamos ver se os lideres tem o bom senso de por o programa em fucionamento pq depois da aquisiçao das aeronaves vai ter um longo periodo de treinamento dos nossos pilotos,e temos q estar prparado pra tudo,chaves n me deixa mentir :)

    sou amante do mundo dos avioes militares mt bom post abraço..

  2. Jorge Alves Disse:

    Para as nossas necessidades de defesa do nosso espaço aéreo asim como a luta contra o tráfico e missões de proteção da nossa costa e floresta amazônica; O Xavante da Embraer pode desenvolver estas tarefas, deixando a verba no país, criando empregos diretos e indiretos e acima de tudo prestigiando nossa tecnologia

  3. rodrigovr Disse:

    Legal o post e o questionamento…

    Mas mais barato e melhor, na minha humilde opinião, seria treinar comandos especiais para não deixar os aviões do Chapolim sair do chão…

    Fica a sugestão…

  4. Rafaell Reboredo Disse:

    @Bruno O caça russo de fato seria bem interessante, talvez o mais “em conta”. Na minha opinião, o Rafale é a melhor opção no momento, o F18 acho difícil e o Gripen seria um tiro no pé.

    @Jorge Alves Infelizmente, digo isto porque seria muito interessante ter uma aeronave militar nacional competitiva no cenário global, o Xavante é muito inferior à qualquer destes caças que foram citados. Se o objetivo é se armar, a solução é importar a tecnologia.

  5. BONE Disse:

    nossos cacas sao exelentes ja

    http://img.olhares.com/data/big/153/1535265.jpg

  6. Bruno Disse:

    se o dinheiro fosse realmente investido nessas areas seria realmente bom mas vc sabe em que país vivemos,

    o xavante eh um aviao de ataque leve nem radar tem,utimamente usado para treinamento na passagem dos pilotos de helice para turbinas, e pequisa os utimos acidentes da fab a maioria envolve o at-26 xavante uma aeronave dos anos 70 q mal voam por falta de peças.

    e sem duvida poder fabricar as aeronaves aqui e alguns armamentos com o repasse total de tecnologia eh fundamental
    eh o principal termo do contrato F/x o repasse total da tecnologia,
    os russos estavam dispostos a faze-lo, n foi a toa q chaves escolheu os sukois aeronave com maior gama de armamento possui 2 radares um virado pra frente ou na cauda podendo fazer varredura de 360 graus autonomia perfeita e ainda o missil q na minha opniao eh o monstro, q foi desenvolvido para derrubar aeronaves awacs de alcance perto dos 400km os russos fazem aeronaves pra brigar diretamente com os americanos,

    o rafale dessa lista eh a melhor opçao,por jah termos uma parceria com os frances de longa data,mas eh como foi citado compra tecnologia militar de um pais soh eh ser inocente
    os israelenses estao nos suprindo tb reformando toda a frota de f-5 tiger 2 q agora sao o f-5 br e computadores de bordo de aeronaves de carga, temos q pensar bem mais a frente pq nesse nosso mundo tudo pode acontecer.. flw

  7. victorsxavier Disse:

    prezado… videos exclusivos,da ação dos pms contra os traficantes escondidos na mata do morro dos tabajaras em botafogo… ontem 23/03/09

    http://rio24horas.wordpress.com/ muito boa matéria

    parabens pelo blog

    abs

  8. Top Posts « WordPress.com Disse:

    [...] Tá, mas qual é o melhor? Em resposta à compra de 24 caças russos da Sukhoi por Hugo Chávez, o Brasil finalmente resolveu iniciar o plano de [...] [...]

  9. rafael manieri Disse:

    olha, a compra de caças é vital para a FAB, eu adovoco sempre a favor do gripen NG, afinal, ele tem diferenças, tem mto mais alcance, eletronica mais avançada e tudo mais, e é que oferece mias transferencia de tecnoloogia

    mas desculpem a propaganda
    mas
    http://www.defesabrasil.com
    esse site e seu forum tem muitas informações vitais sobre estes temas, pra quem interessar
    ta ai

  10. Os melhores aviões de papel do mundo. « Uoréver Disse:

    [...] que sempre ficam á frente das principais, chamadas canards. Já abordei esta aerodinâmica neste post. Este modelo, se dobrado corretamente, apresentará uma grande estabilidade, descrevendo um vôo [...]

  11. Edmar Disse:

    Caros Amigos.:

    O Caça Russo “Sukhói SU-30″ e “Sukhói SU-35″ são verdadeiras máquinas, mas os Russos não quiseram transferir tecnologia para o Brasil, o que resultou em sua eliminação no programa FX 2.

    No caso dos três finalistas “Boeing F/A-18 Super Hornet” , “Dassault Rafale F-3″ e “Saab Gripen NG”, são boas aéronaves e também de destaque, cada um com suas qualidades.

    As mais interessantes para o Brasil até o momento são os “Dassault Rafale F-3″ e o “Saab Gripen NG”, por causa de sua total transferencia de tecnologia.
    O “Boeing F/A-18 Super Hornet” está sendo um pouco mais dificíl por causa de sua dificíl transferencia de tecnologia, pois o governo americano está vetando alguns equipamentos.

    Agora só falta aguardar até no mes de Agosto de 2009.
    …………………………………………………………………………………………

    Na minha opnião particular eu preferia o “Dassault Rafale F-3″ ou o “Saab Gripen NG”.

  12. centauro Disse:

    O melhor seria desenvolvermos nossa própria tecnologia, nosso avião. A Embraer está aí para quê? Lembro que a Imbel fabricou o Osório na década de 90, considerado à época, um dos melhores carros de combate do mundo. Acabou por quê? Ah, sabemos dos interesses escusos de super potências que há no meio.

  13. Márcio - São Paulo/SP Disse:

    Ainda falta ao Brasil uma política de defesa coerente com a realidade geopolítica atual e prevendo um futuro próximo. Comprar 35 ou 36 caças de 4ª geração – seja o F/A-18 Hornet, o Rafale ou o Gripen (creio que dos três, o Rafale seja a melhor opção) – será um avanço, mas ainda é insuficiente. O país necessita também de um grupo fixo de aviação caça (com capacidade de interceptação) na região amazônica. Para esta função, no momento, a melhor opção seria apelar para os russos: devido a elevada autonomia e como plataforma de armas diversificadas, comprar pelo menos uma dúzia de Sukhoi SU-35 – com armamento de longo alcance – para cobrir a Amazônia. Creio que 36 Rafale, por sua vez, cobririam as regiões sudeste, centro-oeste e sul, baseados em Anápolis (GO), Santa Maria ou Canoas (RS) e Santa Cruz (RJ). Temporariamente, os 12 Mirage 2000 poderiam ficar em Natal (RN), mas prevendo substituição em breve, por um outro modelo de caça – talvez o Gripen ou o F-18. Creio que assim, desconcentraríamos a aviação caça brasileira – tornando mais efetivo a capacidade de defesa aérea – e diversificaríamos tecnologicamente os equipamentos adotados (origem francesa, russa, norte-americana ou suéca). Mas tais medidas seriam eficientes apenas no médio prazo. Para longo prazo, seria necessário investir em um caça de 5ª geração – talvez, desenvolvido em parceria com a Rússia, China e Índia.

  14. Rafaell Reboredo Disse:

    Incrível conjectura. Agradei muito de seu ponto de vista e tenho que concordar em tudo que falastes. Sua estratégia evitaria o problema da convergência da tecnologia aérea que o dilema na negociação provoca. Mas uma coisa é certa: O Brasil precisa se reforçar militarmente de forma urgente. Qual seja a decisão da FAB, pior não poderá ficar. Só nos resta esperar que o comando militar brasileiro tenha um raciocínio tão habilidoso quanto o teu.
    Abraço.

  15. julio Disse:

    ministro neuson jobim e fera,e isso ai nao da mole nao.
    e o marcio ai falou tudo ta sertinho.

  16. zébedeu Disse:

    Fiquei apaixonado pelo Rafale! A França caprichou demais nesse caça!

    E justamente por isso, por esse projeto tão avançado que pergunto… será que realmente dariam de mão beijada parte de seus anos de projeto gastos nesse caça?

  17. Miguel Rizzo Disse:

    Sou fã do F18, se o Brasil quer realmente uma arma de primeira linha. não tem no que pensar. Se estão no apice de tecnologia, o que dizer de nossos cinquentões.

    Abraços

  18. rodrigovr Disse:

    Ainda acredito em mudança de paradigmas… da nada adiantam os equipapentos descritos. A finalidade seria exatamente qual?

    As nossas fronteiras tão longe de serem fechadas e nosso controle do espaço aéreo está longe de ser eficiente.

    No nosso caso, continuo votando no treinamento de forças especiais que saibam como manter no chão os aviões de países que possam vir a ser ameaça militar para nós…

    Considero um desperdício de capital comprar qualquer uma das opções ou mesmo desenvolver tecnologia para isso… somos um país pacífico e potência econômica na américa latina, não precisamos começar uma corrida armamentista. Precisamos é investir em estradas de ferro, tecnologia de alimentos e serviços ambientais, programas auto-sustentáveis e coisas do tipo… algo como educação por exemplo.

  19. Rafael Leite Disse:

    A mentalidade brasileira de nao ver q ha necessidade do pais em equipar sua Defesa tem q acabar. Hj o Brasil nao possui nenhum conflito armado. Mas e amanha? Com tamanhas reservas minerais, florestais e hidricas, o Brasil tera uma importancia ainda maior na geo-politica mundial. E em consequencia disso, maiores serao os desejos de outras nacoes em penetrar em nossos territorios. Teremos entao q esperar q isso aconteca para entao comecarmos a pensar em defesa nacional??? Eh a classica historia de colocar grades na casa dps de um roubo.
    Acredito que nao se deva APENAS investir em armamentos. Claro q nao! Deve-se investir tambem em educacao, infra-estrutura e saude. A compra desses cacas eh uma questao de defesa da soberania nacional. Vamos pensar grande, BRASIL!!!!!!!

  20. Rafaell Reboredo Disse:

    @rodrigovr A questão não é se o Brasil pretende começar um conflito armado nem nada do tipo, mas há a necessidade como o Rafael Leite falou aí em cima, de nos armarmos. Temos de trabalhar com a possibilidade de uma invasão militar acontrecer em terras brasileiras. E, o nosso exército em terra é muito superior a qualquer outro do planeta, dentro de nosso território, naturalmente. A questão não está aí, mas é preciso sim inventir nesta tecnologia para manter a soberania brasileira. Se for olhar, quase todos os países da Europa são pacíficos, no entando eles possuem as melhores condições para um eventual combate. Vai acontecer? Não sabemos, mas devemos sim estar preparados. Não encarar isso é ingenuidade.

    Agora, o Brasil precisa investir em muitas outras coisas sim, mas este não é o foco desta discussão. Porque se não, estaríamos discutindo política como um todo. =/

    Abraço.

  21. rodrigovr Disse:

    Prezados,

    Não quero passar por chato, mas o assunto é político mesmo. Gosto do debate em alto nível como este que está começando aqui. São pontos de vista diferentes e ambos bem interessantes.

    Investir em defesa de fronteiras é uma coisa, corrida armamentista é outra completamente diferente. Eu apoio a defesa da soberania nacional, e apoio, acima de tudo, a manutenção de um exército bem treinado e capaz de segurar a entrada e qualquer tentativa de mudança nas nossas linhas de fronteira.

    Não são esses caças aí que nos ajudarão nesse tipo de problema, caso, mesmo que remotamente, ele venha a ocorrer.

    Submarinos nuclerares, corvetas e fragatas para o patrulhamento silencioso da costa, postos de fronteira bem equipados e com contingente suficientemente bem treinado em táticas de guerrilha e bem pago, por sinal, farão mais pela soberania nacional que meia dúzia de aviões obsoletos e caros aos quais um míssel ar-ar ou terra-ar pode colocar no chão em 3 segundos.

    Lembram das Malvinas/Falklands? E mais recentemente o Iraque? Caiu tudo em 1 semana… ou quase…

    Avião de patrulha pode ser barato e não precisa ser tão tecnologicamente avançado, ele só precisa poder avisar de um ataque iminente… helicópteros resolveriam o problema junto com um bom sistema de radar/satélite.

    Menos ainda… aeromodelos com câmeras e controle remoto fariam mais bonito ainda… custo baixo e alta eficiência.

    O país que pode nos ameaçar, ou desejar nossas riquezas não tem fronteira conosco e se ele precisar colocar as tropas dele aqui dentro ele derruba tudo isso que vocês querem comprar em 1 semana.

    Os países da Europa são ricos, tem bomba atômica e viveram as duas guerras e toda a corrida armamentista que foi colocada pela guerra fria, tiveram dinheiro para a educação e para o desenvolvimento às custas do terceiro mundo é claro…

    Ingenuidade é achar que torrar nossa verba das forças armadas com meia dúzia de aviões com mais de 20 anos de uso pode fazer alguma coisa pelo Brasil.

    Me lembro quando compraram os Mirage e não tinha dinheiro para mantê-los em vôo de treinamento!

    Defesa da amazônia é através de exército forte, bem equipado, bem instalado, bem alimentado e bem treinado em táticas de selva – hit and run…

    Guerra atualmente é uma questão de mudança de paradigmas, olhem o prejuízo que o Afeganistão e o Iraque estão dando nos caras, não que eu goste disso ou isso me agrade.

    Avião só resolveu na primeira semana… na hora de invadir o que eles diziam que duraria semanas ou meses levou anos e está os levando à uma crise econômica sem precedentes na história.

    Não há mais espaço na sociedade mundial para um avanço de fronteiras assim a tendência é isso se acabar definitivamente, nem o famoso “botão do fim do mundo” ser apertado é mais preocupação de ninguém!

    Revejam seus paradigmas! Brincar de avião é uma coisa, fazer guerra é outra muito diferente. Querem meu voto? Qualquer dos aviões acima será um completo e total desperdício de dinheiro que em nada ajudará o Brasil a manter a soberania sobre suas fronteiras.

    Já, eu acredito, por leitura experiente de história, que grupos de operações especiais sim… foram eles que mudaram todos os rumos das guerras em toda a história do planeta e não tecnologias avançadas.

    Abraços

  22. ZéBedeu Disse:

    O que importa é que o RAFALE é nosso e não tem churumelas!

    Podem engulir o sacatão F18 quem quiser, podem enterrar junto sua “maravilhosa” tecnologia que não queriam compartilhar.

    No passado muito remoto forças especiais contavam sim, hoje é só apertar um botão e suas forças especiais já eram meu rapaz!

    Disperdício de dinheiro é o que fazem com o social e os bilhões e bilhões do dinheiro do povo que escapam pelas mãos como areia, já que não fazem nada pelo social com o dinheiro, gastem com armas pelo menos pois estou de saco cheio de um eterno país do futuro e de frouxos que não tem forças armadas soberanas. Que reativem a Engesa e prossigam com o Osório o melhor tanque de guerra de todos os tempos para fazer mais inveja ainda ao tio Sam.

  23. Rafaell Reboredo Disse:

    Bom, observando os comentários vinculados ao post, acredito que o assunto deva ser realmente discutido no campo político também. Sobre isso, não possuo conhecimento profundo, já que não é uma área onde me didico à estudos. No entanto, acredito também que todo o cidadão deva possuir uma visão crítica sobre o assunto, fundamentada sobre a experiência de vida de cada um.

    Não consigo afirmar com plena certeza como que uma guerra moderna se desenrola, seja esta acontecendo aqui, ou no Iraque, por exemplo. Mas sei que Hugo Chávez, nosso possível adversário em um conflito e talvez a maior ameça do continente, possui uma frota de caças russos Sukhoi Su 30. Se tais aeronaves são tão dispensáveis assim, porque nações de todo o globo investem neste tipo de tecnologia? É claro que a força de um exército não está fundamentada apenas em uma compra de meia dúzia de caças, mas no treinamento de seus soldados e investimentos em todos os setores das forças armadas. Tanto Exército, quanto Marinha e Aeronáutica, é claro, precisam estar preparados. Não podemos simplesmente ignorar a Aeronáutica só porque não possuimos dinheiro suficiente para investir no setor, até porque o Brasil não possui muito dinheiro para investir em nenhum setor. Quer maiores investimentos em educação e saúde? O caminho não é boicotar os FX2. Ao invés de cortar gastos com as Forças Armadas, deveria haver um fim nesta compra de votos descabida e ridícula, mascarada sob o disfarce de Bolsas Sociais. Este dinheiro sim, poderia ser investido na sociedade de maneira verdadeira, estimulando algo que realmente teria algum retorno. Só não podemos tomar recursos de certos setores do país e utiliziar em outros desta forma tão leviana…

    No mais, acho que a Aeronáutica não deveria ser desmeracida desta forma. Os caças são importantes sim, e essa compra já é um primeiro passo. Mais investimentos deverão ser feitos para mantê-los em funcionamento? Sim, é evidente. Grupos de operações especiais o Brasil possui sim. Nosso treinamento “Guerra na Selva” é um exemplo disso. E está mais do que preparado para uma guerra na Amazônia. Comandos, Guerra na Selva, Montanha, Caatinga, todos estes cursos capacitam nossos militares para defender nosso país em terra. Mas uma nação nos tempos atuais não sobrevive com apenas este tipo de defesa. Devemos possuir um tripé eficiente. Onde, repito, Exército, Marinha e Aeronáutica estejam aptos à defender a soberania da nação brasileira.

    Só assim estaremos realmente preparados para ataques externos. E como assim o país que pode nos ameaçar não faz fronteira conosco? Nós somos uma ilha, afinal? Esqueceu de Venezuela e Bolívia? Há pouco tempo atrás tivemos um desentendimento envolvendo reservas minerais junto à Bolívia. E se isso virasse uma guerra? Ameaça contra o Brasil não está só na Amazônia não!

  24. marco aurélio Disse:

    Com certeza a melhor compra, custo beneficio seria o sukhoi su-35, russo
    mais sem tranferência de tecnologia ficariamos refens deste caça. fora o sukhoi a melhor máquina de guerra no meu ver é o rafale, francês. alias
    desde o inicio das negociações o governo francês , não colocou nenhuma
    objeção quanto ao repasse de tecnologia, o contrário dos americanos que
    só agora falam em virar o jogo. acho que uma parceria do brasil com a
    frança no campo de defesa, será estrátegico pois sabidamente os estados
    unidos alem de serem uma potência imperialista , nunca trataram a américa do sul , com o devido respeito. tbm sou a favor de um projeto
    baseado em energia atômica. só assim seriamos respeitados como potência militar. como são: china, india, paquistão e israel.

  25. DAN Disse:

    falaram muito e falaram merda, acho que com mais descobertas de riquezas naturais como o petroleo e riquezas minerais da amazonia, que estão sendo roubadas por países vizinhos e demais curiosos por falta de boa “fiscalização” (honesta) o que se precisa, é que o governo federal para de fazer vista grossa e começe a monitorar o que é seu, fazendo a manutenção daquilo que já tem, por exemplo dos caças que não voam mais por falta de mautenção como alguns dos mirrages 2000, agora se tratando de soberania nacional, que todo mundo sabe o que é isso é claro, o país precisa sim de uma frota mais avançada para defender seu patrimonio e por uma questão de segurança nacional, será que va arcar com os compromissos de manter estes aviões funcionando? bem, acho que saerá uma decisão mas politica do que do ponto de vista militar tudo depende do aval politico mas acredito que a compra influencia na segurança ajuda o risco pais a cair atrai investidores traz a imagem de um governo que se preocupa com o que é seu.

  26. Rafaell Reboredo Disse:

    @DAN Juro que queria ter entendido o que você escreveu. =/

  27. MEDRUGA Disse:

    dentre as opçoes a melhor sao os caças rafale com a transferencia de tecnologia mas ca entre nos ele esta muito caro os franceses bem q podiam baixar o preço deles mt caro e se sobra um cascalho uma meia duzia de su-35 cairiam bem

  28. Roberto B. Mezian Disse:

    Inicialmente desejo aqui registrar o meu repúdio ao gasto de 12 bilhões de reais com o Projeto FX que é o reequipamento da FAB com vetores modernos. No entanto, reconheço de forma plena e consciente que estamos literalmente desarmados face ao sucateamento da nossa força aérea e aeronaval, sem esquecermos do estado lastimável em que se encontram também, a nossa Marinha de Guerra e o Exército que ultimamente reduziu seu efetivo para fazer economia com o rancho e fardamento… imaginem o estado deplorável em que se encontram as forças terrestres, principalmente as de fronteiras, de uma nação como o Brasil, com território de magnitude continental. Estamos realmente protegidos por Deus e pela garra, perícia e patriotismo dos combatentes brasileiros. Necessitamos urgentemente investir na educação e na saúde dos brasileiros que se encontram em estado dramático. Por mês, milhares de professores abandonam suas turmas e o magistério, em decorrência do aviltante salário que recebem como concursados e efetivados na Rede Oficial de Ensino(R$536,00 pagos pelo Gov.Est.RJ). Os médicos da Rede Pública de Saúde recebem um pouco mais (R$728,00)… Os recém diplomados, Professores e Médicos, com reconhecida capacidade profissional nem querem saber de fazer concursos para exercer suas funções no Serviço Público. Aqueles que participam destes concursos o fazem com o objetivo de recolher as migalhas que os governos pagam por que passam necessidades graves. Como esta gente poderá educar e informar nossos filhos e tratar da saúde de uma nação inteira? Deveríamos estar nos armando até os dentes, e com material bélico de última geração, para defendermos a Educação e a Saúde como preciosidades intocáveis. Quando Hugo Chaves, Evo Morales e outros do mesmo naipe fazem e já fizeram com outras nações vizinhas, o fazem porque nos consideram sob a ótica do subdesenvolvimento Tupiniquim, a sua imagem e semelhança, com pretensões ao Imperialismo Sulamericano. Hoje, não nos faltam noticias, pairam sobre nossas cabeças as ameaças Chavistas, Bolivarianas, Moralescas e toda sorte de escória governamental vizinha em nossas fronteiras. Se Evo Morales ao invadir com blindados e tomar posse de uma refinaria da Petrobrás, tivesse recebido uma resposta dura e militar do Governo Brasileiro, teria recolhido a arrogância. Mas a resposta que obteve face a agressão que indignou o Planeta foi bem diferente…O nosso Presidente achou por bem entregar o invadido, cobrindo o fato consumado, com o manto da Diplomacia Brasileira. Não há a menor dúvida sobre a necessidade urgente de reequipamento das Forças Armadas com especial atenção para os Vetores de Combate da FAB e para as forças terrestres do Exército de fronteiras a ser provido de material bélico pesado, de última geração e mobilidade rápida e letal articulada com a aviação de caça e bombardeio da FAB. Estamos em análise de 3 opções viáveis, mas de decisões complexas: F-18 Super Hornet – Gripen – Rafale. Inegavelmente 3 grandes Vetores de Combate. O Hornet ja testado com absoluto sucesso na Guerra dos Balcans, Afganistão e no Iraque onde, também, esteve a prova em combate, o Rafale francês. O Gripen, ainda em desenvolvimento, tem demonstrado grande manobrabilidade em dogfight e ataque ao solo mas ainda não recebeu seu batismo de fogo em combate. Portanto minhas opções ficam direcionadas ao Hornet e ao Rafale. O caça francês nos vem com a transferência de tecnologia e a possibilidade de o fabricarmos em nosso parque aeronáutico. No caso da compra dos F-18 a transferência de tecnologia já envolve decisões políticas do Senado Americano que é, a principio, contrário a este tipo concessão, mais ainda em se tratando de material bélico de última geração. Considero viável o esforço diplomático no sentido de implementar uma logística de convencimentos e argumentos capazes de mobilizar o Governo Americano permitindo a venda dos F-18 nos padrões desejáveis do Projeto Brasileiro. Considero o F-18 Super Hornet uma plataforma de combate ar-ar e ar-terra de elevado desempenho, resistência, tecnologia embarcada, armamentos e respeito pelo Curriculum em Missões de Combate.

  29. dhou Disse:

    de uma guerra eminente estamos longe grasas a deus,somos por tradição um pais pacifico,mas tem um ditado sabio que dis queres ficar longe de guerra esteje preparado para ela,respeitando todas as opiniões,a minha é que o gripen é a melhor opção,porque, é de alta tecnologia,sera desenvolvido em conjunto o que garante completa transferencia de tecnologia,é barato em comparação com seus rivais,de manutenção barata pois sera contruido aqui,custo de operação sem comparação com os rivais, e gerarção de emprego incomparavel com os rivais,pois podera ser produsido aqui por muitos anos e para muitos paises ,pois seu preço e alta tecnologia da condições de ser adquirido por muitos paises,e logo se transformaria em lucro alem das tecnologias recebidas e dos milhares de empregos gerados direta e indiretamente.

  30. ZéBedeu Disse:

    Já está fechado, o RAFALE é nosso!

    O Chaves tem máquina mas não tem pilotos. Bota um brazooka com um F5 pra ver o que ele faz!

    Não adianta nada ter um caça se não tiver armamento e nisso os Franceses são nossos camaradas.

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